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2007년 8월 No caminho para Marcilac: A estrada velha.... foi quando eu me escondi. Corri o maximo que pude para mata a dentro desesperadamente a procura de socorro e ao mesmo tempo sem saber o que me esperava adiante. Estava me sentindo fora de mim, desfalecido pela falta de forças pois eu já havia perdido muito sangue na tentativa de apertar à camisa ao meu peito. Não muito longe dali, ouvi vozes e ruídos que me deixou em sinal de alerta para o que viría. Sentei... Acordei com frio e assustado, pois a noite havia chegado. Forçava minhas vistas o máximo para avistar alguma coisa, mas só havia vultos de árvores e ruídos de folhas que se mexiam com o sopro suave do vento. Senti algo tocar meus pés mas não consegui identificar o que era, então me levantei rapidamente e começei a andar sem rumo naquele lugar. Meu sangue havia estancado e só me restara uma dor e 'flashes' daquelas horas, mas ainda era muito cedo para jutar peças de um quebra-cabeça. Após andar por um tempo, cheguei a uma rua de terra, e pelas poucas brechas que o céu nublado me dava, eu via um pedaço bem pequeno da lua, não tinha luz e tudo era trevas, a lua estava como que em seu minguante côncavo, o céu estava muito encoberto e como um cego andava eu almejando algo que pudesse me escorar em segurança. Com os olhos bem abertos olhei bem longe e via vultos de cães enormes a passar de um lado para o outro, estavam há poucos metros de onde eu estava. Pensei eu ser ilusões de minha cabeça, mas na duvida, não prossegui e me sentei no chão.... ...quando dei por mim, havia dormido mais um pouco, e resolvi seguir para o lado contrario de onde víra os cães. Sentia o declínio daquela rua como se eu estivesse descendo. Poucos minutos dali, começou a gotejar e depois uma chuva intensa começou a me deixar quase sem esperança de ser encontrado. Quando algo inusitado aconteceu ao chegar a um vale. Chovia muito e pelo som da chuva, havia como que um lago ou represa, não sei bem explicar. Eu sabia que devería continuar mas alguma coisa fazia ruído, como de uma pessoa resmungando aos murmúrios no meio daquela mata, fitei meus olhos para aquela direção quando percebi que se movia em minha direção, ainda sem forças e sem saber o que fazer naquela hora, resolvi correr. Não sei se foi pelo nervosismo de estar naquela situação tropecei e caí com o rosto na lama. Desejei naquele momento não ter saído de casa para aquela aventura. Chorei e lamentei, não queria morrer ali, eu vivi tanto tempo, passei a maior parte dele fazendo amigos para que ficasse a vida toda ao meu lado e naquele momento não havia ninguem. "- Meu Deus! Morrerei neste lugar? Eu não quero morrer!" - entre choros e sussurros eu pedia a juda de Deus aos desespeiros. (outro trexo da 'lixeira da minha escrivaninha') 트랙백이 블로그의 트랙백 URL은 다음과 같습니다. http://alessandrodesouza.spaces.live.com/blog/cns!E05074A67354C1DE!2190.trak 이 블로그를 참조하는 웹 로그
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